Rabat

Por Aline Costa

  

  • Destino: Rabat
  • País: Marrocos
  • Ano de Fundação: 1150
  • Moeda: Dirham Marroquino
  • Idioma Oficial: Árabe
  • Outros Idiomas: Francês
  • Religião Predominante: Islâmica
  • População: 1,7 milhão
  • Regime de Governo: Monarquia Constitucional
  • Feriados Oficiais:
    01º de Janeiro – Ano Novo
    02º de Março – Independência
    01º de Maio – Dia do Trabalhador
    23º de Maio – Dia da Nação
    09º de Julho – Dia da Juventude
    13º de Julho – Coroação do Rei Mohammed VI
    30º de Julho – Festa do Trono L’aid El Arch
    14º de Agosto – Dia da Lealdade
    20º de Agosto – Aniversário do Rei
  • Aeroporto: SALE (RBA)
  • Principais Cias que voam para o destino: American (AA), Klm (KL), Tam (JJ), Iberia (IB), British Airways (BA), Air France (AF), Lufthansa (LH), Swiss Air (LX), Continental (CO), Alitalia (AZ), United (UA) 
  • Principais Pontos Turísticos:

Hassan Tower
Chellah
Mausoleum of Mohammad V 
Kasbah des Oudaias
Beaches of Essaouira 
National Archaeology Museum
Plage de Rabat 
Deserto do  Saara

  • Temperatura Média:
    Inverno: 09° C
    Verão: 28° C
  • Fuso horário em relação a Brasília: + 3 horas
  • História: A História de Rabat (Antigo nome: Chellah) começou com um acordo no século III a.C. Em 40 d.C., os Romanos assumiram Chellah e mudaram seu nome para Sala de Colonia. Em 250 os Romanos abandonaram a colônia. Em 1146, Abd al-Mu’min transformou Rabat em uma fortaleza de grande escala para uso como ponto de ataques contra a Espanha. Em 1170, devido a sua importância militar, a cidade, passou a chamar-se de Ribatu l-Fath, que significa “fortaleza de vitória”.
    Yaqub al-Mansur, outro califa almóada, transferiu a capital de seu império para Rabat. Ele construiu muralhas desde Rabat até Kasbah de Udaya. No entanto, Yaqub morreu e a construção parou. As ruínas de uma mesquita inacabada, juntamente com a Torre Hassan, estão lá até hoje.
    Depois da morte de Yaqub, o Império entrou em declínio. O Império Almóada perdeu o controle de suas posses na Espanha e em grande parte do seu território Africano, o que levou ao seu colapso total. No século XIII, grande parte do poder económico de Rabat foi por água a baixo. Tempos depois, os Nasridas que tinham sido expulsos da Espanha no início do século XVII, colonizaram a região, o que ajudou a impulsionar o crescimento de Rabat.
    Várias cidades incluindo Rabat, se juntaram em 1627 para formar uma república. Logo depois da formação da República, ocorreram diversos ataques bárbaros e de piratas. Eles tentaram estabelecer controle sobre os piratas, mas não conseguiram. Os muçulmanos continuaram na tentativa de controlar os piratas durante muitos anos, até que a República entrou em colapso em 1818. Mesmo após o colapso da república, os piratas continuaram a usar o porto de Rabat, que levou ao bombardeio da cidade pela Áustria em 1829.
    Os franceses invadiram o Marrocos em 1912 e estabeleceram um protetorado. O administrador francês de Marrocos, General Hubert Lyautey, decidiu transferir a capital do país novamente para Rabat. Quando o Marrocos alcançou a independência em 1956, Mohammed V, o então rei de Marrocos, optaram por permanecer na capital Rabat.
    Após a Segunda Guerra Mundial, os Estados Unidos começaram a mandar suas tropas para treinar na base aérea francesa. Com a desestabilização do governo francês no Marrocos, e da independência de Marrocos, em 1956, o governo de Mohammed V queria a retirada das bases no Marrocos, insistindo em tal ação, após a intervenção americana no Líbano, em 1958. Os Estados Unidos concordaram em deixar em dezembro de 1959, o que ocorreu só em 1963.
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