Veneza

Por Aline Costa 

  • Destino: Veneza
  • País: Itália
  • Região: Vêneto
  • Ano de Fundação: 1861 
  • Moeda: Euro
  • Idioma Oficial: Italiano
  • Outros Idiomas: Inglês, Espanhol
  • Religião Predominante: Católicismo
  • População: 271 009
  • Regime de Governo: República Parlamentarista
  • Feriados Oficiais:
    01º de Janeiro – Ano Novo
    06º de Janeiro – Epifania  
    25º de Abril – Pascoa  
    01º de Maio – Dia do Trabalhador
    02º de Junho – Aniversário da República
    01º de Novembro – Todos os Santos
    08º de Dezembro – Imaculada Conceição
    25º de Dezembro – Natal
    26º de Dezembro – Santa Etienne
  • Aeroporto: Marco Polo Internacional (VCE)
    Principais Cias que voam para o destino: Air Canada (AC),Delta (DL),Tam (JJ), American (AA), Continental (CO),  Tap (TP),United (UA), British Airways (BA), Lufthansa (LH), Klm (KL),Turkish (TK), Air France (AF),Swiss Air (LX), Alitalia (AZ)
  • Principais Pontos Turísticos:  

Basílica de São MarcosPalácio do Doge (Palazzo Ducale)
Praça de São Marcos (Piazza San Marco)
Grande Canal de Veneza
Campo de Santa Margarida
Escola de San Rocco (Scuola of St. Rocco)
Arsenale
Palazzo Grassi
Campanile di San Marco
Ca’ Rezzonico
Ponte dos Suspiros
Aqualandia
Santi Giovanni e Paolo
Correr Civic Museum
Mont Saint-Michel
Galeria da Academia (Gallerie dell’Accademia)
Santa Maria Della Salute

  • Historia: Veneza é uma cidade que nasceu nas ilhas da Laguna Vêneta, no mar Adriático. Sua origem remonta ao século V, quando alguns habitantes da Aquiléia, cidade italiana importante na Antiguidade, fugiram dos hunos e se refugiaram nas ilhas pantanosas. A Aquiléia seria destruída por Átila em 452. Seus habitantes fundaram a cidade de Veneza, que foi construída sobre ilhas e ilhotas do Lido, uma lagoa protegida por um banco de areia. Á medida que crescia, as ilhas foram se interligando por pontes, as construções sendo erguidas sobre bases de pedras e paus. Os primeiros habitantes escolheram o lado mais exposto ao mar, o mesmo mar que moldou o caráter dos venezianos e que resultou na vocação para o intercâmbio que transformou Veneza no maior centro comercial marítimo do mundo, o maior porto de ligação com o Oriente e a África.
    Em 697, já era um ducado governado por um doge. Ao longo da sua história, foram 120 doges, sendo o primeiro Paoluccio Anafesto (697-717), e o último, Ludovico Manin (1789-1797). O doge era sempre escolhido entre os homens mais ricos, para evitar que ele pudesse se corromper. Um conselho fiscalizava permanentemente o governante, e muitos foram assassinados.
    Em 827, os Venezianos trouxeram da Alexandria os restos mortais do Apóstolo São Marcos, que passou a ser o padroeiro da cidade e nome de sua praça mais famosa. A basílica começou a ser construída em 830.
    Na arquitetura de Veneza se encontram elementos góticos, bizantinos, românicos, flamengos e clássicos. No início os palácios foram construídos segundo modelos orientais, tornando-se cada vez mais luxuosos. Em seguida fizeram novos palácios decorados por artistas como Tintoretto, Ticiano, Georgione e Veronese. A cidade, que possui 150 canais e 400 pontes, atingiu o seu apogeu no século XV. A República Sereníssima de Veneza existiu por mil anos.
    Constantinopla, que tinha sido conquistada pelo doge Eurico Dandolo, em 1204, foi tomada pelos turcos otomanos em 29 de maio de 1453. Posteriormente os portugueses e espanhóis descobriram novos caminhos marítimos e Veneza começou sua decadência. Sua queda coincidiu com a ascensão de Napoleão Bonaparte ao trono francês. Mesmo adotando uma política de neutralidade desarmada na guerra entre França e Áustria, duas grandes potências da época, Veneza foi invadida por Napoleão, que criou uma cidade democrática protegida pela França. Quatro mil soldados chegaram a ocupar a Praça São Marcos, Veneza sendo conquistada por outra nação pela primeira vez na sua história.
    Veneza ficou sob o domínio francês até 8 de janeiro de 1798, quando o Tratado de Compofornio foi assinado. Desta data até 1866, ficou dominada pelo Império Habsburgo, uma dinastia que reinou na Áustria de 1278 a 1918.
    Em 1866, Veneza, finalmente, passou a fazer parte da Itália. Durante todo esse tempo, a cidade conseguiu resistir aos regimes, ao tempo e manteve toda a sua beleza e mistério, ostentando todo o aspecto que tinha na época do seu esplendor. 
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