Roma

Por Aline Costa

 

  • Destino: Roma
  • País: Itália
  • Ano de Fundação: 753 a.C 
  • Moeda: Euro
  • Idioma Oficial: Italiano
  • Outros Idiomas: Inglês, Espanhol, Francês
  • Religião Predominante: Católicismo Romano
  • População: 2.546.804
  • Regime de Governo: República Parlamentarista
  • Feriados Oficiais:
    01º de Janeiro – Capodanno
    06º de janeiro – Epifania
    25º de Abril – Festa Della Liberazione
    02º de Junho – Festa Della Repubblica
    15º de Agosto – Assunzione Della B. V. Maria
    01º de Novembro – Ognissanti
    08º de Dezembro – Immacolata Concezione
    25º de Dezembro – Natale
    26º de Dezembro – Santo Stefano 
  • Numero de Aeroportos: 1
  • Aeroporto: Internacional Leonardo Da Vinci (FCO)
  • Principais Cias que voam para o destino: Air Canadá (AC),Delta (DL),Tam (JJ), American (AA), Continental (CO),  Tap (TP),United (UA), British Airways (BA), Lufthansa (LH), Klm(KL), Turkish (TK), Air France (AF),Swiss Air (LX), Alitalia (AZ) 
  • Principais Pontos Turisticos:

Coliseu
Museu do Capitólio
Pantheon
Basilica de São Pedro
Rio Tibre
Castelo de Santo Ângelo
Obelisco Salustiano
Templo de Saturno
Arco de Constantino

  • Informações Gerais: Situada na planície do Lácio, às margens do rio Tibre e próxima ao litoral (mar Tirreno), a cidade de Roma originou-se a partir da fusão de dois povos: os latinos e os sabinos. Inicialmente uma aldeia pequena e pobre, numa data difícil de precisar Roma foi conquistada pelos seus vizinhos do norte, os etruscos, que dela fizeram uma verdadeira cidade. Os romanos eram também vizinhos dos gregos, que, ao sul, haviam criado a chamada Magna Grécia, onde habitavam desde a época da fundação de Roma.Dos etruscos e dos gregos os romanos receberam importantes influências e, com base nelas, elaboraram a sua própria civilização.
  • História:  A história de Roma remonta a 2800 anos atrás, desde o nascimento de uma pequena povoação na península Itálica no século VIII a.C., que se tornou o centro de uma vasta civilização que dominou a região Mediterrânica durante séculos, e que seria derrubada por algumas tribos germânicas, dando início à era historiográfica da Idade Média. Tornou-se a sede da Igreja Católica e, por pressão das circunstâncias políticas, seria obrigada a ceder parte de si, no seu interior, para formar um estado independente, a Cidade do Vaticano. Continuou, no entanto, a desempenhar um papel importante na política global, tal como o fez na história e cultura dos povos europeus durante milénios.
    A data tradicional da fundação (21 de abril de 753 a.C.) foi convencionada bem mais tarde, no final da a República por Públio Terêncio Varrão, atribuindo uma duração de 35 anos a cada uma das sete gerações correspondentes aos sete mitológicos reis. Foram, no entanto, descobertas peças arqueológicas que indicam que a área de Roma poderá já ter estado habitada tão cedo quanto 1400 a.C.
    Após 650 a.C., os etruscos tornaram-se dominantes na península Itálica, expandindo-se para o centro-norte da região. Alguns historiadores modernos consideram que a este movimento estava associado o desejo de dominar Roma e talvez toda a região do Lácio, embora o assunto seja controverso. A tradição romana apenas nos informa que a cidade foi governada por sete reis de 753 a.C. a 509 a.C., iniciando-se com o mítico Rómulo que, juntamente com o seu irmão, Remo, teriam fundado Roma. Sobre os últimos três reis, especialmente Tarquínio Prisco e Tarquínio, o Soberbo, informa-nos ainda que estes seriam de origem etrusca — segundo fontes literárias antigas, Prisco seria filho de um refugiado grego e de uma mãe etrusca — e cujos nomes se referem a Tarquinia
    Em 146 a.C., os Romanos arrasaram as cidades de Cartago e Corinto, anexando o Norte de África e a Grécia ao seu império e transformando Roma na cidade mais importante da parte ocidental do Mediterrâneo. A partir daqui, até ao final da República, os cidadãos iriam empenhar-se numa corrida de prestígio, suportando a construção de monumentos e grandes estruturas públicas. Talvez a mais notável tenha sido o Teatro de Pompeu, erigido pelo general Gneu Pompeu Magno (Pompeu), que era o primeiro teatro de carácter permanente alguma vez construído na cidade. Depois de César regressar vitorioso das conquistas gálicas e subsequente guerra civil com Pompeu, embarcou num programa de reconstrução sem precedentes na história romana. Seria, no entanto, assassinado em 44 a.C. com a maioria dos seus projetos ainda em construção, como a Basilica Iulia e a nova casa do Senado (Curia Hostilia)
    Em 476, o último imperador do Ocidente, Rómulo Augusto, que vinha sendo manipulado (como a maioria dos imperadores neste período) pelo pai, o general Flávio Orestes, foi deposto pelas tropas bárbaras lideradas por Odoacro e exilado no Castelo do Ovo, em Nápoles. A queda do Império Romano do Ocidente teria, no entanto, pouco impacto em Roma. Odoacro, e mais tarde os Ostrogodos, continuariam a governar a Itália a partir de Ravenna. Entretanto, o Senado, apesar de desprovido da sua grande influência há muito tempo, continuaria a dirigir Roma, com o Papa provindo geralmente de uma família senatorial. Esta situação manter-se-ia até as forças do Império Romano do Oriente, encabeçadas por Belisário a mando de Justiniano I, capturarem a cidade em 536.
    Em 727, o Papa Gregório II recusou aceitar os decretos do imperador Leão III, estabelecendo a iconoclastia. A reação inicial de Leão foi de tentar raptar o Pontífice, em vão, mas mais tarde mandaria uma força de tropas Bizantinas, sob o comando do Exarca Paulo, que seriam contidas pelos Lombardos de Tuscia e Benevento. A 1 de Novembro de 731, foi convocado por Gregório III um Conselho na basílica de São Pedro para excomungar os iconoclastas, cuja resposta do imperador foi a confiscação de grandes porções de territórios papais na Sicília e Calábria e a transferência de várias zonas de domínio eclesiástico do Papa sob controle bizantino para o Patriarca de Constantinopla. Roma, sob domínio do Papa, foi assim expulsa do Império Bizantino
    Durante o pontificado do Papa Nicolau V (p. 19 de Março de 1447), o Renascimento entrava em Roma na mesma altura em que a cidade se tornava o centro do Humanismo. Nicolau V foi o primeiro Papa a incluir na corte romana academicos e artistas, como Lorenzo Valla e Vespasiano da Bisticci
    A 4 de Setembro de 1449, Nicolau anunciou um Jubileu para o ano seguinte cuja consequência seria um novo influxo de peregrinos de toda a Europa. A multidão seria tanta que, em Dezembro, na ponte Santo Ângelo, morreriam cerca de 200 pessoas “atropeladas” ou afogadas no rio Tibre
    Em 1870, com o início da guerra franco-prussiana, o imperador francês Napoleão III deixou de assegurar a protecção dos Estados Pontifícios. Pouco depois, o governo italiano declarava guerra aos Estados. O exército italiano entrou em Roma a 20 de Setembro, abrindo uma brecha na muralha, a Porta Pia, após um bombardeamento de três horas. Roma e todo o Lácio seriam anexados ao Reino de Itália
    Em 1939, durante a Segunda Guerra Mundial, Roma sofreu poucos bombardeamentos (com maior incidência em San Lorenzo), e foi declarada como cidade aberta. Roma caiu nas mãos dos Aliados a 4 de Junho de 1944, e foi a primeira capital das nações do Eixo a cair
    A Roma atual não só reflete a estratificação das várias épocas ao longo da sua história, mas constitui também uma metrópole contemporânea. O vasto centro histórico contém áreas que data desde a Roma Antiga, época medieval, vários palácios e tesouros artísticos do Renascimento, muitas fontes, igrejas e palácios do Barroco, bem como tantos outros exemplos de Art Nouveau, Neoclassicismo, Modernismo, Racionalismo e quaisquer outros estilos artísticos dos séculos XIX e XX (com efeito, a cidade é considerada uma enciclopédia e um museu vivo dos últimos 3000 anos de história da arte ocidental). O centro histórico coincide praticamente com os limites das muralhas da Roma imperial. sib ed axiac amu árahnag sacuL o rarucorp euq 1° o
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