Bruxelas

Por Marie Melo

 

  • Destino: Bruxelas
  • País: Bélgica
  • Ano de Fundação: 979
  • Moeda: Euro
  • Idioma Oficial: Neerlandês, Francês
  • Outros Idiomas: Inglês, Alemão
  • Religião Predominante: Católica
  • Regime de Governo: Monarquia Constitucional
  • Feriados Oficiais:
    01° de Janeiro – Ano Novo
    11° de Maio – Pentecostes
    21° de Julho – Dia Nacional da Bélgica
    15° de Agosto – Dia da Assunção da Virgem Maria
    01° de Novembro – Dia de Todos os Santos
    11° de Novembro – Armistício de 1918
    25° de Dezembro – Natal
  • Número de Habitantes: 1.083.951
  • Número de Aeroportos: 1
  • Aeroporto: Zaventem (BRU)
  • Companhias que voam para o destino: Air France (AF), Klm (KL), Lufthansa (LH), Alitalia (AZ)
  • Principais Pontos Turísticos:

Grand Place de Bruxelas
Catedral de Saint Michel et Gudule
Museu da Vila de Bruxelas

  • Temperatura Média:
    Verão: 17°C 
    Inverno: 3°C
  • Fuso horário com relação a Brasília: -4 horas
  • História: A fortaleza de Lotário, fundada em 979, assinala a fundação oficial de Bruxelas. Anos mais tarde, o condado de O condado de Bruxelas foi atribuído a Lambert I, conde de Lovaina (Leuven), por volta do ano 1000.
    Em 1047, o seu filho Lambert II de Leuven fundou a Catedral de Saint-Gudula. Devido à sua localização acompanhando o curso do Senne numa importante rota comercial entre Brugge e Gent, e Colónia, Bruxelas cresceu rapidamente, tornando-se um importante centro de comércio. O paralelo crescimento da população, conduziu a uma drenagem dos pântanos circundantes para permitir a expansão territorial da cidade e no século XI foram construídas as suas primeiras muralhas.
    Em 1183/1184, os condes de Leuven tornaram-se duques de Brabant. No século XV, emergiu um novo duque de Brabante descendente da Casa de Valois, como resultado do casamento da herdeira Margarida III da Flandres com Filipe, o Bravo da Borgonha. Barbante perdeu a sua independência mas Bruxelas permaneceu a capital dos prósperos Países Baixos e continuou a florescer.
    Em 1695 Bruxelas foi atacada pelo Marechal de Villeroy sob as ordens do rei Luís XIV de França. O bombardeamento causou uma grande destruição na cidade: mais de 4000 casas foram incendiadas, incluindo os edifícios medievais da Grand-Place de Bruxelas.
    Em 1830, despoletou a Revolução Belga após a performance da ópera La Muette de Portici no teatro De Munt. A 21 de Julho de 1831, Leopoldo I da Bélgica, o primeiro rei dos belgas ascendeu ao trono, destruindo as muralhas da cidade e reconstruindo muitos edifícios. Seguido da independência, a cidade mergulhou em bastantes transformações.
    Como em 1830 apenas a alta burguesia e a nobreza (menos de 1% da população) tinha direito de voto, estes grupos quiseram moldar o novo estado de acordo com as suas preferências. Como resultado, eles tiveram de atrair muitos valões (de língua francesa) para trabalhar nos serviços públicos. Desde este período, a língua neerlandesa e os flamengos foram discriminados. Na atualidade, os flamengos dos municípios suburbanos (e muito mais afluentes) tentam tornar-se a nova elite da cidade. 
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