Nova Zelândia

Por Marie Melo

  • Destino: Nova Zelândia
  • Capital: Wellington
  • Ano de Fundação: 1768
  • Moeda: Dólar Neo Zelandês (NZD)
  • Idioma Oficial: Inglês, Maori e Linguagem de Sinais Neozelandesa.
  • Religião Predominante: Cristianismo
  • Regime de Governo: Monarquia Constitucional
  • Feriados Oficiais:
    01° de Janeiro – Ano Novo
    06° de Fevereiro – Waitangi day
    05° de Abril – Páscoa
    25° de Abril – Anzac Day
    07° de Junho – Aniversário da Rainha
    25° de Outubro – Dia do Trabalho
    25° de Dezembro – Natal
    27° de Dezembro – Boxing Day
  • Número de Habitantes: 4.268.000
  • Principais Aeroportos: Aeroporto de Auckland (AKL), Aeroporto de Christchurch (CHC), Aeroporto de Hamilton (HLZ) , Aeroporto de Wellington (WLG), Aeroporto de Queenstown (ZQN), Aeroporto de Wanaka (WKA).
  • Principais Cias que voam para o destino: Aerolineas (AR), Emirates (EK), Lan (LA), Continental (CO), Qantas (QF) 
  • Principais Pontos Turísticos:

Northland
Southland
Queenstown  
Lago Te Anau
Franz Josef Glacier

  • Temperatura Média:
    Verão: 25°C
    Inverno: 6°C
  • Fuso horário em relação a Brasília: +12 
  • Informações Gerais: Muito da cultura da Nova Zelândia é derivada de raízes européias, sobretudo britânicas, e mais recentemente americanas, sendo a cultura Māori uma vertente de grande significado na vida pública neozelandesa, além da influência do maior vizinho, a Austrália. O vigor e originalidade das artes em filmes da Nova Zelândia, ópera, música, pintura, teatro, dança, e artes estão alcançando reconhecimento internacional. 
  • História: A Nova Zelândia é um dos pedaços de terra mais recentemente descobertos pelos europeus. Os primeiros povoadores conhecidos foram os polinésios orientais que, de acordo com a maioria dos pesquisadores, chegaram de canoa por volta de 1250-1300 da era cristã. Alguns pesquisadores sugeriram uma onda anterior de chegadas cujas datas remontariam a 50-150 d.C.; esses povos então desapareceram ou deixaram as ilhas. Ao longo dos séculos seguintes, esses colonos desenvolveram uma cultura distinta agora conhecida como māori. A população era dividida em iwi (tribos) e hapū (subtribos), que cooperavam, competiam e às vezes lutavam uns com os outros. Em algum momento um grupo māori migrou para as Ilhas Chatham onde desenvolveram sua distinta cultura moriori.
    Os primeiros europeus conhecidos por terem chegado à Nova Zelândia foram o explorador neerlandês Abel Janszoon Tasman e sua tripulação em 1642. Os māoris mataram vários membros da tripulação e os europeus não retornaram à Nova Zelândia até a viagem do explorador britânico James Cook em 1768-71. Cook chegou à Nova Zelândia em 1769 e mapeou quase toda a linha costeira. Depois de Cook, a Nova Zelândia foi visitada por numerosos navios europeus e norte-americanos, destinados ao comércio, à caça de baleias e de leões-marinhos. Os europeus trocavam alimentos e mercadorias, especialmente ferramentas de metal e armas, por madeira, alimentos, artefatos e água māori. A batata e a espingarda transformaram a agricultura e as formas de guerra maori, embora a resultante Guerra dos Mosquetes tenha acabado assim que o desequilíbrio de armas entre as tribos foi corrigido. Desde o início do século XIX, missionários cristãos começaram a se estabelecer na Nova Zelândia, afinal convertendo a maioria da população maori, que tinha ficado desiludida com sua fé indígena pela introdução da cultura ocidental.
    Em 1769-70 James Cook deu nome às suas duas principais ilhas. A partir de 1838, o Reino Unido decide organizar a colonização da Nova Zelândia. Os britânicos então impõem a sua soberania aos chefes Maori (Tratado de Waitangi, de 1840) – garantindo-lhes o usufruto das suas terras – enquanto W. Hosbon se torna governador (1841). A colonização, organizada sistematicamente por E. G. Wakefield em detrimento dos autóctones provoca guerras Maoris (1843-1847 1860-1870). A constituição de 1852, reforçada em 1870, confere à colônia uma grande autonomia. O regresso da paz (1870) e a descoberta do ouro (1861) proporcionam à Nova Zelândia a prosperidade. A economia orienta-se para a extensa criação e exportação maciça de carne, de lã e de produtos lácteos para a Europa. A recessão dos anos 1880 e a instauração do sufrágio universal (1889) favorecem a ascensão ao poder do partido liberal. A era liberal (1891-1912) é caracterizada por uma clara democratização da vida política, pelo desenvolvimento do sindicalismo e pela aplicação de uma legislação social avançada. Em 1907, a Nova Zelândia torna-se independente.
    De uma guerra à outra, o país participou nos combates da Primeira Guerra Mundial e as perdas causadas pela guerra afetaram gravemente a demografia e a economia. Os neozelandeses, conjuntamente com a Austrália e o Reino Unido, obtiveram um mandato da Sociedade das Nações sobre as ilhas Samoa e sobre Nauru. A Nova Zelândia foi duramente afetada pela crise mundial de 1929.
    Após a derrota japonesa (1945), a Nova Zelândia pretende ser um parceiro integral do Sudeste asiático e do Pacífico. Em 1951, assina com os Estados Unidos e com a Austrália o tratado tripartite que estabelece o “Conselho do Pacífico” (ANZUS).
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