Madrid

Por Marie Melo

 

  • Destino: Madri
  • País: Espanha
  • Ano de Fundação: 1561
  • Moeda: Euro
  • Idioma Oficial: Castelhano
  • Religião Predominante: Católica
  • Regime de Governo: Monarquia
  • Feriados oficiais:
    06° de Janeiro – Epifania
    28° de fevereiro – Dia da Andaluzia
    19° de Março – Dia de São José
    23° de Abril – Dia de Aragão
     01° de Maio – Dia do Trabalho
    15° de Agosto – Assunción de la Virgen
    12° de Outubro – Dia da Hispanidade
    01° de Novembro – Dia de Todos os Santos
    06° de Dezembro – Dia da Constituição
    08° de Dezembro – Imaculada Concepção
    25° de Dezembro – Natal
    Números de Habitantes: 3.232.463
  • Número de Aeroportos: 1
  • Aeroporto: Internacional Barajas (MAD)
  • Companhias que voam para o destino: Air France (AF), KLM (KL), Aerolineas (AR), Tap (TP), Air Europa (UX)
  • Principais Pontos Turísticos:

Museu de Arte Contemporânia
Puerta de Alcalá
Plaza de Cibeles
Plaza Mayor

  • Temperatura Média:
    Verão: 28°C 
    Inverno: 15°C
  • História: No século IX, durante a ocupação por parte dos Árabes, o Rei Mohammed I mandou construir uma fortaleza junto ao Rio Al-Magrit, atualmente Rio Manzanares, a partir de onde podia avistar toda a cidade. Em 1085, a cidade foi reconquistada por Alfonso VI e a fortaleza tornou-se no Palácio Real. Inicialmente, os Árabes e os Judeus foram bem tolerados, embora as suas posses tenham sido confiscadas.
    Em 1492, os Reis Católicos, Fernando de Aragão e Isabel de Castela, acabaram a Reconquista, com a expulsão dos últimos Mouros, da cidade de Granada. Posteriormente, em 1561, o país foi reunificado pelo Rei Carlos I. O seu filho, Felipe II, transferiu a Corte Real de Valladolid para Madrid, e desde essa época até os nossos dias, tem sido a capital de Espanha.
    Nos séculos XVI e XVII, séculos de ouro do Império Espanhol, a cidade cresceu, mas era ainda pequena, quando comparada com outras cidades, tais como Sevilha ou Cádiz.
    O tempo passou e a situação foi mudando. Passaram os séculos de ouro de Espanha e chegámos ao século XVIII, com o Carlos III, considerado por alguns como o melhor monarca da história de Madrid, que culminou esta etapa dourada, muito embora os primeiros movimentos turbulentos não tenham verdadeiramente chegado antes do seu sucessor, Carlos IV, que presenciou a agitação em que o país se encontrava. Finalmente, com Fernando VII, conhecido como absolutista, acabou toda a prosperidade que tinha existido, trazida pelos últimos monarcas. Tinha terminado um ciclo.
    Em 1808, chegam as Invasões Napoleónicas, tanto a Madrid, como a muitos outros pontos de Espanha. Estávamos no século XIX e a Europa agitava-se. Napoleão perdeu Madrid e Espanha e o seu império capitulou no Inverno russo. 
    O século XX começa também com revoltas e tensão, uma situação que resultou na Guerra Civil, entre 1936 e 1939. Nesta guerra, dois grupos, os Nacionalistas e os Republicanos, respectivamente autoritários e democratas, lutaram em todo o território espanhol até finalmente a parte republicana ter triunfado, tendo colocado Francisco Franco no poder, um poder que deteve durante 40 anos.
    Depois da morte de Franco, em 1975, a democracia foi instaurada em Espanha, sob um regime de Monarquia Parlamentar.
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