São Paulo

Por Marie Melo

 

  • Destino: São Paulo
  • Estado: São Paulo
  • Ano de Fundação: 1554
  • Moeda: Real
  • Idioma oficial: Português
  • Religião Predominante: Católica
  • Regime de governo: Democracia
  • Feriados Oficiais:
     01º de Janeiro – Confraternização Universal
    25° de Janeiro – Aniversário de São Paulo
    21º de Abril – Tiradentes
    22º de Abril – Sexta Feira Santa
    01º de Maio – Dia do Trabalho
    23º de Junho – Corpus Christi
    09° de Julho – Revolução Constitucionalista
    07º de Setembro – Independência do Brasil
    12º de Outubro – Nossa Senhora Aparecida
    02º de Novembro – Dia de Finados
    15º de Novembro – Proclamação da República
    20° de Novembro – Dia da Consciência Negra
    25º de Dezembro – Natal
  • Número de Habitantes: 11.253.503
  • Número de Aeroportos: 3
  • Aeroportos: Internacional de Congonhas (CGH), Internacional de Cumbica (GRU), Internacional de Viracopos (VCP)
  • Companhias que voam para o destino: Tam (JJ), Gol (G3), Azul (AD), Webjet (WH), Avianca (AV)
  • Principais Pontos Turísticos:

Estação da Luz
Catedral Metropolitana de São Paulo
Museu de Arte de São Paulo
Teatro Municipal

  • Temperatura Média:
    Verão: 24°C 
    Inverno: 15°C
  • História: Os padres jesuítas José de Anchieta e Manoel da Nóbrega subiram a Serra do Mar, no ano de 1553, a fim de buscar um local seguro para se instalar e catequizar os índios. Ao atingir o planalto de Piratininga, encontraram o ponto ideal. Tinha “ares frios e temperados como os de Espanha” e “uma terra mui sadia, fresca e de boas águas”.
    Os religiosos construíram um colégio numa pequena colina, próxima aos rios Tamanduateí e Anhangabaú, onde celebraram uma missa. Era o dia 25 de janeiro de 1554, data que marca o aniversário de São Paulo. Quase cinco séculos depois, o povoado de Piratininga se transformou numa cidade de 11 milhões de habitantes. Daqueles tempos, restam apenas as fundações da construção feita pelos padres e índios no Pateo do Colégio.
    Piratininga demorou 157 anos para se tornar uma cidade chamada São Paulo, decisão ratificada pelo rei de Portugal. Nessa época, São Paulo ainda era o ponto de partida das bandeiras, expedições que cortavam o interior do Brasil. Tinham como objetivos a busca de minerais preciosos e o aprisionamento de índios para trabalhar como escravos nas minas e lavouras.
    Em 1815, a cidade se transformou em capital da Província de São Paulo. Mas somente doze anos depois ganharia sua primeira faculdade, de Direito, no Largo São Francisco. A partir de então, São Paulo se tornou um núcleo intelectual e político do país. Mas apenas se tornaria um importante centro econômico com a expansão da cafeicultura no final do século XIX. Imigrantes chegaram dos quatro cantos do mundo para trabalhar nas lavouras e, mais tarde, no crescente parque industrial da cidade. Mais da metade dos habitantes da cidade, em meados da década de 1890, era formada por imigrantes.
    No início dos anos 1930, a elite do Estado de São Paulo entrou em choque com o governo federal. O resultado foi a Revolução Constitucionalista de 1932, que estourou no dia 9 de julho (hoje feriado estadual). Os combates duraram três semanas e São Paulo saiu derrotado. O Estado ficou isolado no cenário político, mas não evitou o florescimento de instituições educacionais. Em 1935 foi criada a Universidade de São Paulo, que mais tarde receberia professores como o antropólogo francês Lévi-Strauss.
    Na década de 1940, São Paulo também ganhou importantes intervenções urbanísticas, principalmente no setor viário. A indústria se tornou o principal motor econômico da cidade. A necessidade de mais mão-de-obra nessas duas frentes trouxe brasileiros de vários Estados, principalmente do nordeste do país.
    Na década de 1970, o setor de serviços ganhou maior destaque na economia paulistana. As indústrias migraram para municípios da Grande São Paulo, como o chamado ABCD (Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul e Diadema). Hoje, a capital paulista é o centro financeiro da América Latina e por isso ainda recebe de braços abertos brasileiros e estrangeiros que trabalham e vivem na cidade de São Paulo, em um ambiente de tolerância e respeito à diversidade de credos, etnias, orientações sexuais e tribos.
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