África do Sul

Por Jaqueline Tarden     

  • Destino: África do Sul
  • Capital: Executiva Pretória, Legislativa Cidade do Cabo e Judiciária Bloemfontein
  • Ano de Fundação: 1910
  • Moeda: Rand
  • Idioma Oficial: Africâner, Inglês, ndebele, soto do norto, soto, suazi, tsonga, tsuana, venda, xhosa, zulu
  • Outros Idiomas:  Fanagalo, Khwe, Lobedu, Nama, Ndebele do Norte, Phuthi, San e a Língua de Sinais Sul-Africana
  • Religião Predominante: Cristianismo
  • Regime de Governo: Democracia
  • Feriados Oficiais:
    01° de Janeiro – Ano Novo 
    21° de Março – Dia dos Direitos Humanos
    27° de Abril – Dia da Liberdade
    01° de Maio – Dia do Trabalhador
    16° de Junho – Dia da Juventude
    09° de Agosto – Dia Nacional da Mulher
    24° de Setembro – Dia da Herança
    16° de Dezembro – Dia da Reconciação
    25° de Dezembro – Natal
    26° de Dezembro – Dia da Boa Vontade
  • Número de Habitantes: 49.991.300
  • Principais Aeroportos: Internancional de Bloemfontein, Internacional da Cidade do Cabo, Internacional de Durban, Internacional King Shaka, Nacional Oliver Tambo
  • Principais Cias que voam para o destino: Air France (AF), British Airways (BA), Emirates (EK), Lufthansa (LH), Qatar Airways (QR), South African (SA), Ibéria (IB), United (UA), Tap (TP)
  • Principais Pontos Turísticos: 

Na Cidade do Cabo

 Castelo da Boa Esperança
 Table Montain
  Districto Six Museum
 Greenmarket Square
 Waterfront
Robben Island
Cabo da Boa Esperança

Em Pretória

Strijdom Square
City Hall
Springbok Park
Church Square
National Cultural History Museum
Union Buildings

 Em Johanesburgo

Museu da Apartheid
Gold Reef City
Museu de Nelson Mandela e Casa de Mandela

Em Durban

Aquário de Durban
Parque Hluhluwe-Imfolozi
Mesquita Juma

 Em Port Elizabeth

 Reserva Donkin
 Horse Memorial

Em Rustenburgo

Kgaswane Game Reserve
Royal Bafokeng Stadium

Em Nelspruit

Mbombela Stadium 
Blyde River Canyon
 Parque Nacional Krueger

  • Música Tradicional: Kwaito
  • Temperatura Média: 
    Inverno: 5°C 
    Verão: 32°C.
  • Fuso horário em relação a Brasília: + 2 horas 
  • Informações Gerais: A África do Sul, um dos países mais ricos e desenvolvidos do continente africano,  concentra uma grande quantidade de pontos turísticos e culturais interessantes. Oferece também uma excelente rede hoteleira. Podemos encontrar em territórios sul-africanos locais que atendem ao gosto de vários tipos de turistas. São diversos museus, parques naturais, monumentos, aquários, prédios históricos, galerias de arte e muito mais. Com a realização da Copa do Mundo de 2010, o país foi alvo de milhares de turistas do mundo todo.
  • História: Os seres humanos modernos habitam a África Austral há mais de 100.000 anos. Na época do contato com os Europeus, os povos indígenas dominantes eram tribos que migraram de outras partes da África há cerca de mil anos antes da colonização europeia. Entre os séculos IV e V, tribos falantes do Bantu vieram para o sul, onde deslocaram, conquistaram e assimilaram os povos originários da África Austral. Na época da colonização europeia, os dois maiores grupos eram os povos Zulus e Xhosa.
    Em 1652, um século e meio após a descoberta da Rota Marítima do Cabo, a Companhia Holandesa das Índias Orientais fundou uma estação de abastecimento que mais tarde viria ser a Cidade do Cabo. A Cidade do Cabo tornou-se uma colônia britânica em 1806. A colonização européia expandiu-se na década de 1820 com os Bôeres (colonos de origem Holandesa, Flamenga, Francesa e Alemã) enquanto os colonos Britânicos se assentaram no norte e no leste do país. Nesse período, conflitos surgiram entre os grupos Xhosa, Zulu e Afrikaners que competiam por território.
    Mais tarde, a descoberta de minas de diamante e de ouro desencadeou um conflito do século XIX conhecido como Segunda Guerra dos Bôeres, quando os Bôeres e os Britânicos lutaram pelo controle da riqueza mineral do país. Mesmo vencendo os Bôeres, os Britânicos deram independência limitada à África do Sul em 1910, como um domínio britânico. Durante os anos de colonização Holandesa e Britânica, a segregação racial era essencialmente informal, apesar de algumas leis terem sido promulgadas para controlar o estabelecimento e a livre circulação de pessoas nativas.
    Nas repúblicas Bôeres, já a partir do Tratado de Pretória (Capítulo XXVI),os subsequentes governos sul-africanos tornaram o sistema de segregação racial legalmente institucionalizado, o que mais tarde ficou conhecido como apartheid. O governo então estabeleceu três categorias de estratificação racial: brancos, colorados e negros, com direitos e restrições específicos para cada categoria.
    A África do Sul abandonou a Commonwealth em 1961, na sequência de um referendo (onde, obviamente, só pôde participar a comunidade branca) que ditou a proclamação da república. Apesar da oposição dentro e fora do país, o governo manteve o regime do apartheid. No início do século XX alguns países e instituições ocidentais começaram a boicotar os negócios com o país por causa das suas políticas de opressão racial e de direitos civis. Após anos de protestos internos, ativismo e revolta de sul-africanos negros e de seus aliados, finalmente, em 1990, o governo sul-africano iniciou negociações que levaram ao desmantelamento das leis de discriminação e às eleições democráticas de 1994. O país então aderiu à Comunidade das Nações.
    No dia 10 de abril de 1993, um dos principais líderes do movimento negro da África do Sul, Chris Hani, tombou vítima de dois tiros, diante da própria residência. O que seus assassinos não previram é que essa morte acabaria por acelerar o fim do apartheid. O governo e a oposição negra acordam nos mecanismos que garantam a transição para um sistema político não discriminatório. É criado um comité executivo intermediário, com maioria negra, para supervisionar as primeiras eleições multipartidárias e multirraciais, e é criado, também, um organismo que fica encarregado de elaborar uma Constituição que garanta o fim da Apartheid.
    Em Abril de 1994 fazem-se eleições multirraciais para o novo Parlamento. O ANC ganha as eleições e Nelson Mandela, formando um Governo de unidade nacional, tornam-se o primeiro presidente sul-africano negro. Em 2004, ano em que Thabo Mbeki completou cinco anos como sucessor de Nelson Mandela, o presidente da república da África do Sul prometeu acabar com toda a violência de carácter político que ainda possa existir no país. Mbeki demitiu-se do cargo em 20 de Setembro de 2008 após pressões do seu próprio partido sob acusação de interferência no poder judicial. Dois dias depois o ANC apontou Kgalema Motlanthe para chefe-de-estado.
    Em Abril de 2010 foi assassinado o líder de extrema-direita Eugène Ney Terre’Blanche, que defendia a supremacia branca no país. O acontecimento marca o aumento da violência e da tensão racial no país. Terreblanche foi encontrado morto na sua casa, no nordeste do país, com ferimentos na cabeça. O assassinato foi atribuído a dois dos seus empregados.
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