Lisboa

Por Lana Budukievicz e Aline Costa

 

  • Destino: Lisboa
  • País: Portugal
  • Ano de Fundação:  1179
  • Moeda: Euro
  • Idioma Oficial: Português
  • Outros Idiomas: Inglês, Espanhol
  • Religião Predominante: Católica
  • Regime de Governo: República Parlamentarista
  • Feriados Oficiais:
    01º de Janeiro – Confraternização Universal
    08º de Março – Carnaval
    22º de Abril – Paixão de Cristo
    24º de Abril – Páscoa
    25º de Abril – Dia da Liberdade
    01º de Maio – Dia do Trabalhador
    10º de Junho – Dia de Portugal
    13º de junho – Dia de Santo Antônio
    23º de Junho Corpo de Deus
    24º de Junho – Dia de São João
    15º de Agosto – Assunção de Maria
    05º de Outubro – Implantação da República
    01º de Novembro – Dia de Todos os Santos
    01º de Dezembro – Restauração da Independencia
    08º de Dezembro – Imaculada Conceição
    25º de Dezembro – Natal
  • Número de Habitantes:  564 657 (2006)
  • Número de Aeroportos: 1
  • Aeroportos: Internacional da Portela  (LIS)
  • Companhias que voam para o destino: Tap (TP),  Ibéria (IB), Air France (AF), Klm (KL), Lufthansa (LH), Tam (JJ)
  • Principais Pontos Turísticos:

Oceanário de Lisboa
Castelo de São Jorge
Torre de Belém
Praça dos Restauradores
 Palácio de Pena Cintra
Cascais
Praça Marquês de Pombal
Mosteiro dos Jerônimos
Palácio Nacional de Belém
Ponte Vasco da Gama
Praça da Figueira
Praia da Algarve
Catedral da Sé
Praça do Comércio

  • Temperatura média:
    Inverno: 10°C 
    Verão: 25°C 
  • Fuso horário em relação a Brasília: +4 horas
  • História: Durante o neolítico, a região foi habitada por vários povos Iberos que também viveram em outras regiões da Europa atlântica neste período. Estes construíram vários monumentos megalíticos e é ainda possível encontrar alguns dólmens  e menires nos campos em redor da cidade. O magnífico porto fornecido pelo estuário do rio Tejo transformou a cidade na solução ideal para fornecer alimentos aos navios destinados às Ilhas do Estanho (actuais Ilhas Scilly) e Cornualha. O povo celta invadiu a região no primeiro milénio a.C. e através de casamentos tribais com os povos ibéricos pré-romanos aumentaram o número de falantes da língua celta na região. Vestígios de construções fenicias descobertos sob a Sé de Lisboa. O povoado pré-romano de Olisipo, teve origem nos séculos VIII-VII a.C., assentava no morro e na encosta do Castelo Olisipo. Estima-se que a população rondasse entre os 2.500 e os 5.000 habitantes.  Olisipo seria um local de aportagem para o tráfico marítimo e comércio com os fenícios.  Achados arqueológicos sugerem que já havia trocas comerciais com os Fenícios na região em 1200 a.C, levando alguns historiadores à teoria de que fenícios teriam habitado o que é hoje o centro da atual cidade, na parte sul da colina do castelo.  Além de poderem viajar para o norte, os fenícios também aproveitaram o fato de estarem na desembocadura do maior rio da península Ibérica para fazerem comércio de metais preciosos com as tribos locais. Outros importantes produtos da região comercializados foram o sal, os peixes salgados e os cavalos puros sangue lusitano, que eram já bastante renomados na antiguidade. Recentemente, vestígios fenícios do século VIII a.C. foram encontrados sob a Sé de Lisboa. No entanto, alguns dos historiadores modernos consideram que a ideia da fundação fenícia é irreal, e acreditam que Lisboa era uma antiga civilização autóctone (chamada pelos romanos de oppidum) e que, no máximo, mantinha relações comerciais com os fenícios, o que explicaria a presença de cerâmicas fenícias e outros objetos.
  • Você Sabia?
    Uma lenda popular e romântica conta que a cidade de Lisboa teria sido fundada pelo herói grego Ulisses e que tal como Roma o seu povoado original era rodeado por sete colinas. Derivado, os gregos chamam à cidade de Olissipo, proveniente do nome do herói.  Se todas as viagens de Ulisses através do Atlântico se deram da forma descrita por Théophile Cailleux, isso poderia significar então que Ulisses fundou a cidade vindo do norte, antes de tentar dar a volta ao Cabo Malea, (que Cailleux diz ser o Cabo de São Vicente), no sentido de sudeste, em direcção a Ítaca. No entanto, a presença dos fenícios, mesmo ocasional, é anterior à presença helénica na área. Posteriormente, o nome grego teria sido corrompido em latim para Olissipona.
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