Joinville

Por Kedma Andrade

  • Destino: Joinville
  • País: Brasil
  • Estado: Santa Catarina
  • Ano de Fundação: 1851
  • Moeda: Real
  • Idioma Oficial: Português
  • Religião Predominante: Catolicismo
  • Regime de Governo: Democracia
  • Feriados Oficiais:
    01º de Janeiro – Confraternização Universal
    21º de Abril – Tiradentes
    22º de Abril – Sexta Feira Santa 
    01º de Maio – Dia do Trabalho
    23º de Junho – Corpus Christi
    07º de Setembro – Independência do Brasil
    12º de Outubro – Nossa Senhora Aparecida
    02º de Novembro – Dia de Finados
    15º de Novembro – Proclamação da República
    25º de Dezembro – Natal
  • Número de Habitantes: 515.250   
  • Número de Aeroportos: 1
  • Aeroportos: Lauro Carneiro de Loyola (JOI) 
  • Companhias que Voam Para o Destino: Gol (G3),Trip (R8),Tam (JJ), Azul (AD)
  • Principais Pontos Turísticos:

Museu da Bicicleta/Indústria
Parque Zoobotânico
Museu Fritz Alt
Escola de Teatro Bolshoi
Baia da Babitonga

  • Temperatura média:
    Inverno: 15° C 
    Verão: 25° C
  • Fuso horário em relação a Brasília: 0 hora
  • História:
    No Século 17 as primeiras famílias portuguesas vieram para a região com seus escravos provavelmente vindas de São Paulo, na época capitania de São Vicente, e de São Francisco do Sul. Elas ocuparam lotes de terra e passaram a cultivar cana-de-açúcar, arroz, mandioca, milho, entre outros produtos.
    Em 1849 surge a colônia Dona Francisca graças a um contrato assinado entre a Sociedade Colonizadora de Hamburgo e o príncipe e a princesa de Joinville, casal que ganhou como dote de casamento as terras que hoje formam Joinville. 
    Apenas em 9 de março de 1851 é oficialmente fundada a cidade pela primeira leva de imigrantes que chegou à cidade. Por causa da crise econômica, política e social, milhares de pessoas resolveram deixar a Europa e tentar a sorte longe de seu continente de origem. Um dos destinos era a colônia Dona Francisca. Cerca de 17 mil pessoas vieram para a região de 1850 a 1888 pela Barca Colon, sendo a grande maioria protestantes e agricultores, que acreditavam estarem vindo para o paraíso na terra. Os influentes da colônia na época queriam tirar vantagem dos imigrantes e estabelecer na região uma colônia alemã ligada aos interesses dos alemães. Porém o governo brasileiro incentivava a substituição de escravos por colonos livres e a miscigenação da população brasileira. 
    Em 1880 houve o surgimento das primeiras indústrias têxteis e metalúrgicas na cidade. O mate passa a ser o principal produto de exportação. Com a ascensão dos luso-brasileiros na região por conta do comércio vindo do Paraná e da formação das primeiras fortunas locais, a elite germânica criou uma tensão na luta pelo poder político local. Na época a cidade também contava com associações culturais de ginástica, de tiro, de canto e de teatro, além de escolas, igrejas, hospitais, lojas maçônicas, corpo de bombeiros, entre outros.
    Em 1887 Joinville é elevada à categoria de cidade, e a indústria e o comércio começam a ganhar destaque, com quatro engenhos de erva-mate, 200 moinhos e 11 olarias. Produtos como madeira, couro, sapatos, louça, móveis, cigarros e mate são exportados; e ferro, instrumentos musicais, artigos de porcelana e de pedra, sal, medicamentos, máquinas e instrumentos agrícolas, cerveja, vinho, trigo, sardinha e carne seca são importados.
    Em 1938 com a Campanha de Nacionalização do então presidente Getúlio Vargas, a língua alemã, principal idioma da época na região, foi proibida, assim como as associações alemães. Além disso, os germânicos e seus descendentes foram perseguidos e presos. Esses atos intensificaram-se com a entrada do Brasil na Segunda Guerra Mundial.
    Entre 1950 e 1980 com o fim da Segunda Guerra Mundial, o Brasil deixou de importar produtos da Europa. Com isso, em pouco tempo Joinville se transformou em um dos principais pólos industriais do país, passando a ser conhecida como Manchester Catarinense, por causa da cidade inglesa homônima.
  • Você Sabia?
    A cidade é em geral plana, situando-se ao lado da baía da Babitonga, um dos atrativos naturais do município, ocorrendo algumas pequenas elevações conforme vai-se afastando. A altitude da sede é de 4,5 m, embora na parte central da cidade a altitude chegue a apenas 4 cm, o que em dias de maré muito alta causa alagamentos.
    Muitos joinvilenses não sabem que Joinville tem uma praia! É a praia do Vigorelli, localizada na Vila Cubatão (Zona Norte), com acesso pela estrada João de Souza Mello e Alvim, próxima ao aeroporto. A praia, assim como a cidade, é banhada pela Baía da Babitonga, e possui diversos bares em sua orla e uma balsa (o “ferry boat”) que liga Joinville a São Francisco do Sul. Não possui faixa extensa de areia, sendo quase inexistente, a água é escura, o que faz pensar que é imprópria para banho, quando, na verdade, isso é um equívoco! A praia é frenquentada mais pela população local e por praticantes da pesca esportiva, por ter dois extensos trapiches.
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1 comentário

Arquivado em Destinos

Uma resposta para “Joinville

  1. Katheirne Zavagnison

    Quero conhecer essa maravilha….parece-me magnífico e muito legal ai !!!

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