Xangai

Por Aline Costa

  • Destino: Xangai
  • País: China
  • Ano de Fundação: 991 a. C
  • Moeda: Yuan
  • Idioma Oficial: Chinês Mandarim
  • Religião Predominante: Politeista
  • Regime de Governo: Republica Popular
  • Feriados Oficiais:
  • 01° de Janeiro – Ano Novo
    02° de Fevereiro – Ano Novo Chinês
    08° de Março – Dia para as Mulheres Trabalhadoras
    04° de Abril – Dia das Tumbas 
    01° de Maio – Dia do Trabalho
    04° de Maio – Dia da Juventude
    06° de Junho – Barco do Dragão
    01° de Julho – Dia da Fundação do Partido Comunista
    01° de Agosto – Dia do Exército
    01° de Outubro – Dia  Nacional da Fundação da  República Popular
  • Números de Habitantes: 18.670.000
  • Número de Aeroportos: 1
  • Aeroporto: Aeroporto Pudong Internacional (PVG)
  • Companhias que voam para o destino: American (AA), Continental (CO), United (UA), Delta (DL), Air Canada (AC), British (BA), Lufthansa (LH), Tam (JJ) Emiretes (EK),Usair (US) ,Air France (AF), Quatar Airways (QR),Air China (AC)
  • Principais Pontos Turísticos:

The Bund
Xin Tian Di
Shanghai Museum
Shanghai Pathways
Bund International Architecture Exhibition
Expo China Pavilion
Happy Valley of Shanghai
Shanghai Circus World
 

  • Informações Gerais: Seu desenvolvimento mercantil e financeiro iniciou-se quando, no fim da guerra do Ópio (Tratado de Nanquim, 1842), teve de se abrir ao trafego comercial com os países ocidentais. Brevemente adquiriu o monopólio de metade do comércio externo da China, atingindo um grande desenvolvimento urbano e demográfico.
  • Histórico: Antes da Segunda Guerra Mundial, era o maior centro comercial do Extremo Oriente, com 4.300.630 habitantes, divididos entre uma parte chinesa e outra europeia, gozando esta do direito de extraterritorialidade, com um regime jurídico próprio.
    Este aspecto peculiar da cidade nasceu dos excessos praticados pelos rebeldes taipingues durante o período de domínio que exerceram sobre ela, de Setembro de 1853 a Fevereiro de 1855. Xangai foi então internacionalizada, e o serviço da Alfândega marítima passou a mãos estrangeiras, regime que se tornou extensivo, em 1858, a todos os portos incluídos no contrato que se celebrou. Depois de criada esta situação, uma nova tentativa de conquista da cidade, levada a efeito, em 1860-1861, pelos mesmos rebeldes, foi repelida por voluntários e por forças da marinhas inglesa e francesa.
    Assim se transformou Xangai, com carácter efetivo e permanente, numa colónia cosmopolita, em cuja administração intervinham as potências signatárias do Tratado, por intermédio dos seus representantes consulares. Esta posição especial permitiu-lhe observar a neutralidade durante a guerra sino-japonesa de 1894-1895 e a revolta dos boxers de 1900. O mesmo não sucedeu, porém, no decurso das guerras civis que se seguiram à proclamação da República, em que a cidade sofreu muito, sobretudo em 1925 e 1926, quando uma sangrenta praga de xenofobia a assolou, o que foi pretexto para o desembarque de forças expedicionárias estrangeiras, que, nos arredores, se empenharam em vigorosos combates.
    Na década de 1930, Xangai tornou-se um dos maiores portos marítimos da Ásia, com opulentos bancos e edifícios de escritórios ladeando o porto nas margens do rio Huangpu.
    Em 1945, após a rendição japonesa, a cidade foi ocupada por forças americanas, a pedido de Chiang Kai-shek, a fim de impedir que essa ocupação fosse levada a efeito por Mao Zedong e as suas tropas comunistas, há muito já em armas que nesse momento se evitou veio a verificar-se em 1949, depois da definitiva derrota das forças nacionalistas e a sua retirada para a Taiwan. A partir desse ano, pois, dada a profunda reorganização do país, as condições de vida da cidade mudaram totalmente, passando a fazer a partir daí parte integrante da República Popular Chinesa. A maioria dos cidadãos estrangeiros abandonaram a cidade, também o fizeram alguns empresários chineses que preferiram organizar os seus negócios em Hong Kong.

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Montes Claros

Por Aline Costa 

  • Destino: Montes Claros
  • País: Brasil
  • Estado: Minas Gerais
  • Ano de Fundação: 1857
  • Moeda: Real
  • Idioma Oficial: Português
  • Religião Predominante: Católica
  • Regime de Governo: Democracia
  • Feriados Oficiais:
    01º de Janeiro – Confraternização Universal
    21º de Abril – Tiradentes
    22º de Abril – Paixão de Cristo
    01º de Maio – Dia do Trabalho
    03º de Julho – Aniversário da Cidade
    15° de Agosto – Dia de N. Sra. Assunção (Municipal) 
    02º de Novembro – Finados
    15° de Novembro – Proclamação da República
    08º de Dezembro – Imaculada Conceição (Municipal)
    25º de Dezembro – Natal
  • Número de Habitantes: 361 971
  • Temperatura Média:
    Inverno: 19°C 
    Verão: 30°C
  • Número de Aeroportos: 1
  • Aeroporto:  Mario Ribeiro (MOC)
  • Companhias que Voam para o Destino: Tam (JJ), Gol (G3), Trip (8R)
  • Principais Pontos Turísticos:

Parque de Exposição João Alencar Athaide
Parque Municipal Milton Prates
Parque Sapucaia
Parque Guimarães Rosa
Catedral de Nossa Senhora Aparecida 
Igrejinha do Morrinho
Gruta Lapa Grande
 

  • História: As terras do atual município de Montes Claros eram, até a década de 1760, habitadas apenas pelos índios Anais e Tapuias. Por volta do ano de 1768, uma expedição composta por 12 bandeirantes espanhóis e portugueses, a Expedição Espinosa, desbravou a região à procura de pedras preciosas, e embrenharam-se pelo sertão do Norte da Capitania de São Paulo e Minas de Ouro. Fernão Dias Pais, o governador, organizou uma bandeira, para conquistar aquela região.
    Antônio Gonçalves Figueira, que pertencia à Bandeira de Fernão Dias, acompanhou-a até às margens do Rio Paraopeba, onde, com Matias Cardoso de Almeida, abandonou o chefe, que voltou para São Paulo, chegando lá dois anos depois. Naquele lugar, Antônio e Matias construíram fazendas, cujas sedes foram crescendo e se transformando em cidades, caçando índios e continuaram a explorar as riquezas da região. Pelo alvará de 12 de abril de 1707, Antônio Gonçalves Figueira obteve a sesmaria de uma légua de largura por três comprimentos, que constituiu a Fazenda de Montes Claros (uma das três fazendas), situada nas cabeceiras do Rio Verde Grande, pela margem esquerda. Formigas foi o segundo povoado da Fazenda Montes Claros. Gonçalves Figueira, para alcançar mercado para o gado, construiu estradas para Tranqueiras na Bahia, e para o Rio São Francisco.
    124 anos após obtenção da Sesmaria, por Antônio Gonçalves Figueira, o arraial já estava suficientemente desenvolvido para tornar-se independente, desmembrando-se de Serro Frio (atual Serro). Pelo esforço dos líderes políticos o Arraial foi elevado à categoria de Vila pela Lei de 13 de outubro de 1831, recebendo o nome de “Vila de Montes Claros de Formigas”. Em 1857, a estão Vila Montes Claros de Formigas possuía pouco mais de 2 mil habitantes, mas os políticos já pleiteavam a elevação à cidade, pois os melhoramentos existentes eram os mesmos de quase todos os municípios da Província. Assim, pela Lei 802 de 3 de julho daquele ano, a Vila passou à cidade – com o nome de Montes Claros.
    Pela lei provincial nº 1398, de 27 de novembro de 1867 e lei estadual nº 2, de 14 de setembro de 1891, foi criado o distrito de Brejos das Almas (ex-povoado de São Gonçalo do Brejo das Almas), primeiro distrito do município. Com o passar do tempo, o território monteclarense sofreu diversas perdas territoriais e reformulações administrativas, até que na década de 80 passou a compor-se dos atuais distritos: Aparecida do Mundo Novo, Ermidinha, Miralta, Nova Esperança, Panorâmica, Santa Rosa de Lima, São João da Vereda, São Pedro de Garça e Vila Nova de Minas.
    Após a emancipação política, com o crescimento populacional, houve a necessidade de investimentos na infraestrutura urbana municipal. Em 1871, foi criado o Hospital de Caridade, depois chamado “Santa Casa de Caridade”. Em 2 de fevereiro de 1880 foi instalada a Escola Normal de Montes Claros. Em 24 de fevereiro de 1884 saiu o primeiro número do Semanário “Correio do Norte”. Dia 14 de setembro de 1886 foi a data da inauguração da Capela de Santa Cruz, conhecida simplesmente por Capela do Morrinho. E em 27 de outubro de 1892 foi criada a primeira “linha telegráfica” da cidade.
    A indústria em Montes Claros começou com a fábrica de tecidos do Cedro, em 1882, sendo que em 25 de julho de 1889 foi destruída por grande incêndio. Contava com ensino primário para instrução de funcionários. No comércio destacou-se a criação do Mercado Municipal, cuja inauguração ocorreu no dia 3 de setembro de 1899. Situado no largo de cima, hoje praça Dr. Carlos Versiani, era construção imponente com uma torre bem alta, onde o relógio, doado por Dona Carlota Versiani, tocava a cada hora. No decorrer do século XX destacaram-se a chegada da energia elétrica à cidade, em 20 de janeiro de 1917, a chegada do primeiro automóvel, em 10 de novembro de 1920, a criação do serviço de água potável, em 18 de dezembro de 1938, e a Instalação do Serviço de Telefone Interurbano, em 30 de junho de 1956.

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Uberaba

Por: Aline Costa

  

  • Destino: Uberaba
  • País: Brasil
  • Estado: Minas Gerais
  • Ano de Fundação: 1809
  • Moeda: Real
  • Idioma Oficial: Português
  • Religião Predominante: Católica
  • Regime de Governo: Democracia
  • Feriados Oficiais:
    01º de Janeiro – Confraternização Universal
    02º de Março – Aniversário da Cidade
    21º de Abril – Tiradentes
    22º de Abril – Paixão de Cristo
    01º de Maio – Dia do Trabalho
    15° de Agosto – Dia de N. Sra. Assunção (municipal) 
    02º de Novembro – Finados
    15° de Novembro – Proclamação da República
    08º de Dezembro – Imaculada Conceição (municipal)
    25º de Dezembro – Natal 
  • Temperatura Média:
    Inverno: 15°C 
    Verão: 28°C                          
  • Número de Habitantes: 299340
  • Número de Aeroportos: 1
  • Aeroportos: Mario de Almeida (UBA)
  • Companhias que Voam para o Destino: Tam (JJ), Gol (G3),Passaredo , Trip (8R)
  • Principais Pontos Turísticos:

Museu de Arte Decorativa – MADA
Museu do Zebu (Fund. Edilson Lamartine Mendes)
Museu Chico Xavier
Mercado Municipal
Museu de Arte Sacra
Catedral Metropolitana do Sagrado Coração de Jesus
Igreja da Medalha Milagrosa
Igreja São Domingos
Igreja N. Sra. da Abadia
Prédio do Paço Municipal Major Eustáquio
 

  • Temperatura Média:
    Inverno: 15° C
    Verão: 28° C
  • Fuso horário em Relação a Brasília: 0 horas
  • História: Uberaba tem sua origem na ocupação do Triângulo Mineiro, que ficou sob a jurisdição de Goiás até 1816. A região começou a ter importância preciosa, que consistia em uma das metas administrativas da Coroa Portuguesa, o governador da Capitania de São Paulo e Minas Gerais articularam a abertura de uma estrada. Esta missão ficou a cargo de Bartolomeu Bueno da Silva Filho (filho de Anhanguera). A expedição era composta por 152 homens, entre os quais 20 índios carregadores, 3 religiosos e 39 cavalos. Ela partiu de São Paulo pelos rios Atibaia, Camanducaia, Moji-Guaçu, Rio Grande, Rio das Velhas e penetrando em Goiás pelo Corumbá. Segundo alguns relatos da época, a expedição passou por terras de Uberaba. Esta rota ficou conhecida como Estrada Real ou Anhanguera que consistia em um importante caminho para que as autoridades portuguesas implementassem a colonização, a produção e escoamento dos minerais preciosos. Na verdade, a maioria das riquezas minerais do Brasil foi levada para Portugal e utilizada para o pagamento de suas dívidas em relação à Inglaterra.
    Posteriormente, a expedição do filho de Anhanguera fundou em 1725 o povoado de Vila Boa em Goiás.
    Outra estrada mais a Oeste foi aberta em 1736, passando por terras de Araxá em direção à Vila Boa denominada Picada de Goiás. A exploração e o povoamento de todo o Triângulo Mineiro, de modo geral, se fez como em todo o Brasil-Colônia, pelo amansamento e extermínio das populações indígenas e dos negros nos quilombos.
    As estradas para Goiás tornaram-se palco de batalhas, entre os exploradores dos sertões e os nativos.
    Diante disso, o governo de Goiás viabilizou a segurança das estradas e por isso nomeou em 1742, o Coronel Antônio Pires de Campos para policiar, amansar e até mesmo exterminar os silvícolas rebeldes, fato constatado com a matança dos Caiapós.
    Em 1766 foi criado o Julgado de Nossa Senhora do Desterro do Desemboque, sob a administração de Goiás, local rico em minas auríferas e de intensa exploração. A posse desse Arraial por Góias era vantajosa aos moradores, pois estava livre do pagamento de imposto sobre minerais, denominado derrama cobrada em Minas Gerais. Desemboque teve o seu esplendor até 1781, quando as minas auríferas se esgotaram.
    Prosseguindo a exploração das terras, o governo de Goiás para dinamizar a administração dos Sertões, nomeou pela Portaria de 1809 Antônio Eustáquio da Silva Oliveira (natural de Ouro Preto) para a função de Comandante Regente dos Sertões da Farinha Podre (Triângulo Mineiro), e em 1811 foi nomeado pelo Ato Governamental, Curador de índios.
    Em 1810, Major Eustáquio liderou uma Bandeira até o Rio da Prata, passando por terras de Uberaba.
    Outra expedição chefiada por José Francisco Azevedo atingiu a cabeceira do Ribeirão Lageado, fundando o Arraial da Capelinha, aproximadamente a 15 km do Rio Uberaba. Entretanto este local não se desenvolveu por falta de água e terras férteis, conforme constatou Major Eustáquio em visita ao Arraial.
    Consequentente, o Regente dos Sertões comanda outra Bandeira com 30 homens e procura novas terras para se estabelecerem. Atingem o Rio Uberaba e fixam-se na margem esquerda do Córrego das Lages, onde foi edificada a Chácara da Boa Vista (hoje Fazenda Experimental da Epamig).
    Junto com Major Eustáquio vieram fazendeiros e aventureiros que passaram a produzir e comercializar com as caravanas que ligavam Goiás a São Paulo.
    Algum tempo depois, Major Eustáquio construiu sua residência na Praça Rui Barbosa (atual Hotel Chaves). Grande número de pessoas sabendo das condições propícias de Uberaba e do prestígio e segurança que o comandante Major Eustáquio oferecia, imigraram para o novo Arraial. Eram boiadeiros, mascates, comerciantes, criadores de gado, ferreiros, etc…
    Os moradores logo ergueram uma Capela tendo como oragos Santo Antônio e São Sebastião, benzida em 1818 pelo padre Hermógenes Cassimiro de Araújo Brunswick, do Desemboque. Assim foi estabelecido o reconhecimento do povoado pela Igreja. Esta instituição representava prestígios decisórios junto aos governos. Visto que em 2 de março de 1820, o rei D. João VI decreta a elevação de Uberaba à condição de Freguesia.
    O Decreto Real constituiu um grande avanço para a comunidade. Significou a emancipação e gerência própria em assuntos de ordem civil, militar e religioso. Foi o reconhecimento oficial tanto pela Igreja como pelo Governo Real.
    Uberaba foi crescendo e as terras foram ocupadas formando-se extensas propriedades devido o baixo valor da terra e isenção de impostos sobre elas. Em pouco tempo reuniu-se seleta população de agricultores, pecuaristas e comerciantes e outras profissões, fato que viabilizou o Governo Provincial de Minas Gerais a criar o Município de Santo Antônio de Uberaba em 1836.
    Uberaba, em 1840 passou a sediar uma Comarca para distribuir a justiça na região. A importância regional da Vila de Santo Antônio de Uberaba era próspera que ela mereceu o título de Cidade em 1856, tornando-se um importante centro comercial que se acentuou com a inauguração da Estrada de Ferro em 1889, que foi um acontecimento facilitador da imigração européia para a cidade e do desenvolvimento da pecuária zebuína.
    A riqueza econômica refletiu na estrutura urbana onde surgiram requintadas construções no estilo eclético.
    No século XX, a cidade demonstra um crescimento da agricultura, da pecuária, da indústria e do comércio, atendendo as demandas nos aspectos econômicos, culturais e de serviços essenciais à população.
  • Você sabia? Uberaba, na Guerra do Paraguai, foi passagem das tropas federais, o Visconde de Taunay homenageou Uberaba em seu livro “Inocência”, colocando, como personagem do livro, o músico, e depois único deputado estadual uberabense no Segundo Reinado, Antônio Cesário da Silva e Oliveira. E recebeu o Visconde de Taunay, que assim descreveu a paisagem ao redor de Uberaba:

 

“-Inúmeros regatos, córregos, ribeirões e possantes rios, semeado de flores, com um sem número de pássaros, aves e animais, todos esquivos e que mal se enxergam escondidos nas matas e capões, inçados de cobras de veneno virulentíssimo, cascavéis, jararacuçus, urutus, todas ariscas, fugitivas, e que só causam dano quando se tem a infelicidade de pisá-las e magoá-las.”

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Uberlândia

Por Aline Costa

 

  • Destino: Uberlândia
  • País: Brasil
  • Estado: Minas Gerais
  • Ano de Fundação: 1888
  • Moeda: Real
  • Idioma Oficial: Português
  • Religião Predominante: Católica
  • Regime de Governo: Democracia
  • Feriados Oficiais:
    01º de Janeiro – Confraternização Universal
    21º de Abril– Tiradentes
    22º de Abril – Paixão de Cristo
    01º de Maio – Dia do Trabalho
    15° de Agosto – Dia de N. Sra. Assunção (municipal)
    31° de Agosto – Aniversário da Cidade
    02º de Novembro – Finados
    15° de Novembro – Proclamação da República
    08º de Dezembro – Imaculada Conceição (municipal)
    25º de Dezembro – Natal
  • Temperatura Média:
    Inverno: 15°C 
    Verão: 28°C                          
  • Número de Habitantes: 611 903
  • Número de Aeroportos: 1
  • Aeroportos: Uberlândia (UDI)
  • Companhias que Voam para o Destino: Tam (JJ), Gol (G3),Passaredo , Trip (8R)
  • Principais Pontos Turísticos:

Casa da Cultura
Oficina Cultural de Uberlândia

Igreja Nossa Sra. do Rosário
Museu Municipal Palácio dos Leões
Estádio Municipal João Havelange
Parque do Sabiá
Museu do Índio
Praia Clube

  • História:  O primeiro ocidental a pisar na região do atual município de Uberlândia, território até então habitado apenas por indígenas, foi o bandeirante Bartolomeu Bueno da Silva, em 1632 – na Capitania de São Vicente, que mais tarde passou a pertencer à Capitania de Minas Gerais e São Paulo por Carta Régia de 3 de novembro de 1709. João Pereira da Rocha (1818), após o desbravamento da região pelos bandeirantes, fixou-se pela região, demarcando área próxima à Aldeia de Santana (atual Indianópolis). Ali ele instalou a sede da sesmaria que denominou por Fazenda São Francisco, dando origem ao município. Demarcou ainda a fazenda Letreiro e a do Salto e deu o nome de ribeirão São Pedro a um curso d’água encontrado. A vinda de João Pereira atraiu muitas outras famílias, inclusive os Carrejos que, em 1835, adquiriram parte da fazenda São Francisco e de outras próximas, formando as sedes nas quais se instalaram aqueles irmãos: Olhos d’Água, Lage, Marimbondo e Tenda (a de Felisberto). Felisberto Alves Carrijo que, em 1964, foi legalmente reconhecido como fundador da cidade, era professor com formação adquirida em colégios de missionários. Instalou em sua casa a primeira escola do município e, aos domingos, rezava o terço. Formou um povoado, sendo este, em seguida, denominado como Nossa Senhora do Carmo em homenagem à capela de mesmo nome, inaugurada em 20 de outubro de 1853.
    Em 11 de junho de 1857, foram incorporadas ao patrimônio do povoado mais doze alqueires doados pela esposa de Luís Alves Pereira, Custódia Fernandes dos Santos e outros cidadãos. Essa área já era habitada por escravos e deu origem ao Bairro Patrimônio, pela Lei Provincial nº 831. Exatamente um mês mais tarde é criada a Freguesia de São Pedro de Uberabinha. Em 1861 a capela de Nossa Senhora do Carmo passa por ampliação da Capela, tornando-se a Igreja matriz de Nossa Senhora do Carmo de São Pedro de Uberabinha, que foi demolida em 1943.
    Através do decreto nº 51. de 7 de junho de 1888, as Freguesias de Santa Maria e São Pedro de Uberabinha foram elevadas à categoria de Vila. Dois meses mais tarde, em 31 de agosto daquele ano, foi criado o município de São Pedro de Uberabinha, atual Uberlândia, emancipando-se de Uberaba, pela Lei Provincial nº. 3643. Ao longo dos anos houve várias alterações na subdivisão distrital. Nos quadros de apuração do recenseamento geral de 1911, o município era constituído dos distritos de Uberabinha (sede) e Santa Maria. Pela lei estadual nº 843, de 7 de setembro de 1923, cria-se o distrito de Martinópolis com terras desmembradas do distrito sede. Pelo decreto-lei estadual nº 1058, de 31 de dezembro de 1943, foram criados distritos de Tapuirama e Cruzeiro dos Peixotos. Sob o mesmo decreto-lei estadual o distrito de Santa Maria passou a denominar-se Miraporanga e Martinópolis a chamar-se Martinésia.
    Em 14 de março de 1891 foi instalada a Vila de São Pedro de Uberabinha, além de ocorrer a posse do 1º Conselho da Intendência Municipal. A criação da Comarca de São Pedro de Uberabinha ocorreu pela Lei nº 11 de 13 de novembro daquele ano. Em 21 de dezembro instala-se o Foro Civil do Termo Judiciário de Uberabinha, Comarca de Araguari. Em 7 de março de 1892 acontece a posse da primeira Câmara Municipal de São Pedro de Uberabinha, sendo Agente Executivo Augusto César Ferreira e Souza.
    Nas ruas e avenidas sem pavimentação trafegavam carroças, charretes e carros-de-boi cujo tráfego era regulamentado por legislação. Essa lei implicava sobre o emplacamento dos carros, a lotação de passageiros permitido em cada charrete, o valor de cada corrida e prescrevia os cuidados que deveriam ser dispensados no trato com os animais. Além das carroças e charretes, os carros-de-boi foram um dos mais relevantes e requisitados meios de transporte. Nem com a chegada da Estrada de Ferro Mogiana em Uberabinha, no ano de 1895, esses meios perderam a sua importância, pois o comércio entre essa cidade e os locais por onde não passavam os trilhos de ferro, era realizado o transporte das mercadorias via carros-de-boi. Para as compras de poucas mercadorias, visitas e em muitas outras atividades, o cavalo era utilizado como meio de transporte.
    Até o ano de 1908, as atividades sociais da população se baseavam nas comemorações religiosas e também dos sacramentos, como ir à missa aos domingos, participar dos batizados, casamentos, organizar e frequentar as quermesses, que ajudavam a botar os fiéis em dia com os seus deveres religiosos e para estreitar o convívio. Também ocorriam apresentações de bandas de músicas aos domingos eram também. Além dessas atividades, parte da população se divertia também realizando e participando de concursos de beleza. Existiam também casas de jogos, que eram chamadas de casas de tavolagem, também considerados espaços de interação.

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Barcelona

Por Aline Costa 

 

  • Destino: Barcelona
  • País: Espanha
  • Ano de Fundação: Séc. I a.C        
  • Moeda: Euro
  • Idioma Oficial: Castelhano
  • Religião Predominante: Católica
  • Regime de Governo: Monarquia
  • Feriados Oficiais:
  • 01° de Janeiro – Ano Novo
    06° de Janeiro – Dia de Reis Magos do Reyes
    28° de Fevereiro – Dia de Andaluzia
    19° de Março – Dia de São José
    23° de Abril – Dia de Aragão
     01° de Maio – Dia do Trabalho
    15° de Agosto – Assunción de la Virgen
    12° de Outubro – Dia da Hispanidade
    01° de Novembro – Dia de Todos os Santos
    06° de Dezembro – Dia da Constituição
    08° de Dezembro – Imaculada Concepção
    25° de Dezembro – Natal
    Números de Habitantes: 1.595.110         
  • Número de Aeroportos: 1
  • Aeroporto: El Prat (BCN)            
  • Companhias que voam para o destino: Air France (AF), Klm (KL),Aerolineas (AR),American (AA),Lufthansa (LH),Tam (JJ),British Airways (BA),Tap (Tp),Delta (DL),Alitalia (AZ),Iberia (IB),Swiss Air (LX),United (UA),Continental (CO) 
  • Principais Pontos Turísticos:

Torre Agbar
Museu Picasso
Mercado De La Boquería
Catedral Basílica De Barcelona
Museu Nacional de Arte da Catalunya
Fundación Joan Miró
CaixaForum
La Sagrada Família
Casa Milá – La Pedreira
Casa Batlló
Macba Museu De Arte Contemporânea
Parc Güell
Fonte Mágica – Santo Montjuïc
Bairro Gótico – Cidade Velha
Teatro Borrás
Castelo de Montjuïc

  • Temperatura Média:
    Inverno: 14° C
    Verão: 30° C
  • Fuso Horário em relação a Brasília: + 5 horas
  • História: Os primeiros vestígios de povoamento em Barcelona remontam ao final do período Neolítico (2000 a 1500 a.C.). Do século VII ao VI a.C. não está documentada a existência de povoamento de nenhuma tribo ibérica. Aparentemente, por essa mesma época teria existido uma colônia grega (Kallipolis) na região, apesar de os historiadores discordarem sobre a sua localização exata. Os cartagineses teriam ocupado a região durante a Segunda Guerra Púnica e depois os romanos se instalariam no local.
    Em sentido estrito, Barcelona teria sido fundada pelos romanos no final do século I a.C., sobre o mesmo assentamento ibérico anterior onde já se haviam instalado anteriormente desde o ano 218 a.C., e teria sido convertida numa fortificação militar, chamada de Iulia Augusta Paterna Faventia Barcino, que estava situada sobre o então chamado Mons Taber, uma pequena elevação onde hoje está situada a catedral da cidade e a praça de Sant Jaume. No século II as suas muralhas foram construídas por ordem do Imperador Cláudio e já no início do século III a população de Barcino estava estimada entre 4000 e 8000 habitantes.
    Barcino foi a cidade dos laietanos (ibéricos), que deu origem a cidade de Barcelona. Estava situada perto do rio Rubricatus (Llobregat). A cidade já existia com um outro nome (a lenda atribui sua fundação à Hércules, 400 anos antes da fundação de Roma) quando foi supostamente refundada por Amílcar Barca, que lhe dá o nome. Depois os romanos se estabelecem na cidade.
    No século V, Barcelona foi ocupada pelos visigodos de Ataúlfo (ano 415) provenientes do norte da Europa. Em 531, Amalarico foi assassinado. No século VIII a cidade foi conquistada pelo vizir árabe al-Hurr e iniciou-se um período de quase um século de domínio muçulmano que terminou em 801 quando foi ocupada pelos carolíngios, que a converteu em capital do Condado de Barcelona. A potência econômica da cidade e a sua localização estratégica fizeram com que os muçulmanos voltassem em 985, comandados por Almansor, ocupando-a durante alguns meses.
    A partir do século XIV a cidade iniciou uma era de decadência que se estendeu durante os séculos seguintes. A união dos reinos de Aragão e Castela, oficializada com o casamento entre os reis Fernando de Aragão e Isabel de Castela, gerou um ambiente tenso entre catalães e castelhanos que chegou ao momento mais crítico com a Guerra dels Segadors (de 1640 a 1651) e posteriormente com a Guerra da Sucessão Espanhola (de 1702 a 1714), que terminou com a abolição das leis institucionais próprias da Catalunha e com a destruição de boa parte do Bairro da Ribera e da construção da Ciutadella.
    Até o fim do século XVIII, Barcelona iniciou uma recuperação econômica que lhe favoreceu a industrialização progressiva do século seguinte. A segunda metade do século XIX coincidiu com o projeto de derrubada das muralhas antigas que envolviam a cidade e outras cidades próximas são incorporadas à Barcelona. Dessa forma, são incorporadas à Grande Barcelona as cidades de Gràcia, Sarrià, Horta, Sant Gervasi de Cassoles, Les Corts, Sants, Sant Andreu de Palomar e Sant Marti de Provençals. Isso permitiu que a cidade executasse o projeto do Eixample e do desenvolvimento da indústria, feito que lhe permitiu entrar no século XX como um dos centros urbanos mais avançados de Espanha. Foi sede de duas Exposições Universais nos anos de 1888 e de 1929.
    A escalada da Guerra Civil Espanhola e a derrota das forças republicanas tornaram o panorama desfavorável novamente, uma vez que Barcelona se havia posto ao lado da República, e no final de 1939, as tropas franquistas ocuparam a cidade na última fase da guerra.
    Depois de um pós-guerra duro para Barcelona, teve início uma fase de desenvolvimento sob o mandato do prefeito Josep María de Porcioles i Colomer. Toda a região próxima à cidade que ainda mantinha alguma tradição agrícola e rural aos poucos se vai urbanizando com grandes bairros cheios de imigrantes procedentes de outras partes da Península Ibérica. Restaurada a democracia após a morte do ditador Franco, um novo desenvolvimento cultural e urbanístico acontece, com uma crescente participação da população civil, dotando a cidade de grandes infra-estruturas dignas de uma metrópole moderna e cosmopolita atrativa para o turismo. Nesta última etapa celebraram-se os Jogos Olímpicos de Verão de 1992 e o Forum Universal das Culturas em 2004.

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Rabat

Por Aline Costa

  

  • Destino: Rabat
  • País: Marrocos
  • Ano de Fundação: 1150
  • Moeda: Dirham Marroquino
  • Idioma Oficial: Árabe
  • Outros Idiomas: Francês
  • Religião Predominante: Islâmica
  • População: 1,7 milhão
  • Regime de Governo: Monarquia Constitucional
  • Feriados Oficiais:
    01º de Janeiro – Ano Novo
    02º de Março – Independência
    01º de Maio – Dia do Trabalhador
    23º de Maio – Dia da Nação
    09º de Julho – Dia da Juventude
    13º de Julho – Coroação do Rei Mohammed VI
    30º de Julho – Festa do Trono L’aid El Arch
    14º de Agosto – Dia da Lealdade
    20º de Agosto – Aniversário do Rei
  • Aeroporto: SALE (RBA)
  • Principais Cias que voam para o destino: American (AA), Klm (KL), Tam (JJ), Iberia (IB), British Airways (BA), Air France (AF), Lufthansa (LH), Swiss Air (LX), Continental (CO), Alitalia (AZ), United (UA) 
  • Principais Pontos Turísticos:

Hassan Tower
Chellah
Mausoleum of Mohammad V 
Kasbah des Oudaias
Beaches of Essaouira 
National Archaeology Museum
Plage de Rabat 
Deserto do  Saara

  • Temperatura Média:
    Inverno: 09° C
    Verão: 28° C
  • Fuso horário em relação a Brasília: + 3 horas
  • História: A História de Rabat (Antigo nome: Chellah) começou com um acordo no século III a.C. Em 40 d.C., os Romanos assumiram Chellah e mudaram seu nome para Sala de Colonia. Em 250 os Romanos abandonaram a colônia. Em 1146, Abd al-Mu’min transformou Rabat em uma fortaleza de grande escala para uso como ponto de ataques contra a Espanha. Em 1170, devido a sua importância militar, a cidade, passou a chamar-se de Ribatu l-Fath, que significa “fortaleza de vitória”.
    Yaqub al-Mansur, outro califa almóada, transferiu a capital de seu império para Rabat. Ele construiu muralhas desde Rabat até Kasbah de Udaya. No entanto, Yaqub morreu e a construção parou. As ruínas de uma mesquita inacabada, juntamente com a Torre Hassan, estão lá até hoje.
    Depois da morte de Yaqub, o Império entrou em declínio. O Império Almóada perdeu o controle de suas posses na Espanha e em grande parte do seu território Africano, o que levou ao seu colapso total. No século XIII, grande parte do poder económico de Rabat foi por água a baixo. Tempos depois, os Nasridas que tinham sido expulsos da Espanha no início do século XVII, colonizaram a região, o que ajudou a impulsionar o crescimento de Rabat.
    Várias cidades incluindo Rabat, se juntaram em 1627 para formar uma república. Logo depois da formação da República, ocorreram diversos ataques bárbaros e de piratas. Eles tentaram estabelecer controle sobre os piratas, mas não conseguiram. Os muçulmanos continuaram na tentativa de controlar os piratas durante muitos anos, até que a República entrou em colapso em 1818. Mesmo após o colapso da república, os piratas continuaram a usar o porto de Rabat, que levou ao bombardeio da cidade pela Áustria em 1829.
    Os franceses invadiram o Marrocos em 1912 e estabeleceram um protetorado. O administrador francês de Marrocos, General Hubert Lyautey, decidiu transferir a capital do país novamente para Rabat. Quando o Marrocos alcançou a independência em 1956, Mohammed V, o então rei de Marrocos, optaram por permanecer na capital Rabat.
    Após a Segunda Guerra Mundial, os Estados Unidos começaram a mandar suas tropas para treinar na base aérea francesa. Com a desestabilização do governo francês no Marrocos, e da independência de Marrocos, em 1956, o governo de Mohammed V queria a retirada das bases no Marrocos, insistindo em tal ação, após a intervenção americana no Líbano, em 1958. Os Estados Unidos concordaram em deixar em dezembro de 1959, o que ocorreu só em 1963.

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Santa Cruz De La Sierra

Por Aline Costa

 

  • Destino: Santa Cruz De La Sierra
  • País: Bolívia
  • Ano de Fundação: 1561
  • Moeda: Boliviano
  • Idioma Oficial: Espanhol, Quíchua e Aimará
  • Outros Idiomas: Guaraní
  • Religião Predominante: Católica
  • Regime de Governo: Democracia
  • Feriados Oficiais:
    01° de Janeiro – Ano Novo
    22° de Janeiro – Dia da Pluralidade
    22° de Abril – Sexta Feira Santa
    01° de Maio – Dia do Trabalhador
    06° de Agosto – Dia da Independência
    02° de Novembro – Dia dos Mortos
    25° de Dezembro – Natal
     Número de Habitantes: 1756.926
  • Número de Aeroportos: 2
  • Aeroporto: El Trompillo (SRZ) e Aeroporto Internacional Viru Viru (VVI)
  • Principais Cias que voam para o destino: Taca (TA), Lan (LA), Aerosur (5L), Aerolineas Argentinas (AR), Tam (JJ) 
  • Principais Pontos Turísticos:

Catedral Metropolitana
Museu de Arte Sacra
Casa Municipal de La Cultura Raúl Otero Reiche
Jardim Zoológico
Aqualand
Parque El Arenal
Parque Urbano  Santa Cruz

  • Informações Gerais: Santa Cruz é ligada por uma ferrovia à Argentina e ao Brasil (Estrada de Ferro Noroeste do Brasil), e ligada por uma estrada construída na década de 1950, a Trinidad, Cochabamba, e também por recentes rodovias pavimentadas para Camiri (que vai inclusive até a Argentina) e outra para Cochabamba.
    Tem início em Santa Cruz de la Sierra o Gasoduto Brasil-Bolívia, com 3.150 quilômetros de extensão, sendo 2.593 em território brasileiro e 557 em território boliviano, exportando para o Brasil gás natural, sendo que as reservas de gás da Bolívia são hoje estimadas em 890 bilhões de metros cúbicos. A construção desse gasoduto só foi possível após a Argentina, anterior importadora exclusiva do gás boliviano, atingir sua auto-suficiência em gás natural, o que começou a ocorrer no final da década de 1970. A construção do gasoduto começou em 1997 e suas operações iniciaram em 1999. A demanda de gás natural no Brasil atingia 29 milhões de barris por dia em 2006, sendo que as reservas de gás natural brasileiras no mesmo ano atingem 639 bilhões de metros cúbicos.
    Como a cidade foi razoavelmente isolada até o começo do século XX, Santa Cruz tem muita arquitetura colonial, incluindo uma catedral do século XVI.
  • História: A cidade de Santa Cruz de la Sierra foi fundada por Nuflo de Chávez em 26 de fevereiro de 1560 e nomeada em honra da sua amada cidade natal em Extremadura, Espanha. Localizava-se originalmente há cerca de 220 km a leste. No final do século XVI, foi transferida para sua atual posição, 50 km à leste da Cordilheira Oriental e às margens do rio Piraí. Ainda há resquícios da vila original e que pode ser visitado no sítio arqueológico Santa Cruz la Vieja, sul da província de San José de Chiquitos.
    A cidade conservou durante os séculos XVI e XVII o caráter de cidade fronteiriça por estar rodeada de grupos indígenas não evangelizados e ser centro de expedições missioneiras de Jesuítas e outras ordens religiosas.
    Ela foi desenhada em círculos concêntricos, com a parte antiga, conhecida como Casco Viejo, no centro do primeiro anel. Nele é onde muito do movimento comercial e cultural ocorre e onde está localizada a Plaza 24 de Septiembre, que recebeu este nome em homenagem a data do primeiro levante pelo movimento de independência de Santa Cruz de la Sierra. Esses anéis concêntricos, são os conhecidos anillos.
  • Você Sabia? O estabelecimento original da cidade era na realidade a 220 km ao Leste de sua localização atual, apenas a poucos quilômetros ao Sul da atual San José de Chiquitos. Após conflitos com nativos, a cidade foi mudada para a sua posição atual nas margens do rio Piraí em 1592.

 

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